Centésimo Macaco (Campo Morfogenético)

Teria sido então percebido, no ano de 1952, que um macaco que vivia na ilha de Koshima, aprendeu a lavar as batatas que lhes eram jogadas pelos cientistas para se alimentarem. Tempos depois, mais e mais macacos daquela ilha “aprenderam” o novo comportamento. Quando certa massa crítica (daí o nome de “centésimo macaco”) de macacos daquela ilha havia assumido o novo hábito, macacos de algumas pequenas ilhas próximas passaram a se comportar do mesmo modo. Apesar de controversa aqui me utilizo da idéia do “centésimo macaco” despreocupado quanto ao que sobre ela possa ser dito, até porque muitas das críticas que lhe são endereçadas teimam por não atentar para o fato de que os postulados da física quântica, notadamente os que se referem à interconectividade não-localizada e ao salto quântico, atestam a importância do poder de influência de um indivíduo e de certa massa crítica de membros de uma espécie sobre o todo. Sob essa perspectiva, o melhoramento de um só membro de determinada espécie conta como pontuação, vamos dizer, “positiva” para o progresso de todos os seus membros. Quando um determinado “centésimo macaco” automatizou o hábito – que representa uma conquista daquela espécie em termos de progresso evolutivo – parece ter ativado, com a sua contribuição pessoal, todo o campo em benefício dos demais membros da espécie. Será que não foi exatamente por conhecer este mecanismo dos campos mórficos que o Mestre Jesus – e tantos outros mestres – tentaram de todos os modos incutir nos seus legados a importância do melhoramento pessoal como forma do progresso de todos os membros da espécie humana terráquea? E com o progresso de muitos (a massa crítica universal necessária ao salto quântico) o Senhor Javé e seus “filhos puros” serão também ajudados – atente bem o (a) leitor (a). O “amai-vos uns aos outros” e o seu desesperado testemunho de como o ser terráqueo deveria amar o seu próximo tem tudo a ver com esta questão, pois somente despertando em nós esta potencialidade adormecida a espécie humana terráquea poderá construir o seu próprio futuro – e Jesus sempre soube disto. Não existe outro modo, não há outro caminho. Não será ninguém de fora – nem Jesus, nem Javé, extraterrestres e nem mesmo o próprio Pai Amantíssimo – que virá fazer pelo ser terráqueo o que ele parece jamais ter feito além de já se encontrar atrasado desde há muito, que é ativar o seu potencial amoroso por meio do seu melhoramento pessoal, ou seja, pelo seu despertar espiritual. Detalhe: isso nada tem a ver necessariamente com religião pelo menos nos moldes em que os terráqueos as têm praticado. O que importa aqui não é ser alguém religioso, mas sim, espiritualizado! As religiões deveriam levar os seus adeptos a expressarem a espiritualidade nas suas atitudes e posturas. Contudo, ao longo da história da religiosidade humana não é exatamente isso que se pode observar. Muito ao contrário, o que é lamentável.

Jan Van Ellan

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